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Portugueses Premiados

El fado bien merece un festival

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Carlos-Carmo_250La canción popular portuguesa, el fado, bien merece un Festival, como el que organiza los Teatros del Canal de Madrid y que comienza este viernes. En él van a estar tres de las voces más representantivas del momento por el que atraviesa el género: Carlos do Carmo, la gran referencia por su calidad y su constante innovación (que actúa el día 19); Carminho, la revelación a partir de 2009, cuando su disco alcanzó el segundo lugar en el top de ventas de su país (día 17); y Cuca Roseta (en el vídeo), también muy joven, con una emocionante y seductora voz que le valió ser seleccionada por Carlos Saura para su película Fados (día 18).

El destino, la melancolía y el amor, así como pequeñas historias de barrio, son los temas que habitualmente tratan con gran emoción los fadistas en sus canciones, generalmente interpretadas en solitario solo por hombres si hablamos del fado de Coimbra, y también por mujeres cuando se refiere al fado de Lisboa. Solistas que siempre están acompañados por intérpretes de la guitarra portuguesa (diferente a la española) y que en sus orígenes, en el XIX, solían cantarse en tabernas. Como ocurrió con el flamenco y la canción española durante el franquismo, el fado también fue identificado con el salazarismo, lo que le llevó al ostracismo y la mala prensa tras la caída del regímen. Afortunadamente, desde hace una década vive un renacimiento con la incorporación de jóvenes voces.

El Festival no solo reúne a los tres cantantes mencionados, sino que se ha querido presentar el fado como signo identitario de la cultura y el carácter luso. Por ello, se hablará de él en muchos otros ámbitos. Por ejemplo, Mario Pacheco, músico y compositor y gran guitarrista que ha acompañado a figuras como la gran dama del fado, Amalia Rodríguez, o a Mariza, Misia o Cuca Roseta, impartirá un taller el día 18, en el que también desvelará experiencias vividas en su larga trayectoria musical.

Igualmente, están previstos varios encuentros y conferencias: Con Rui Viera Ney, un experto en música portuguesa e ibérica (día 17) y con David Ferreira, editor musical que hablara de la trayectoria y éxito que vivió Amalia Rodríguez, hoy casi una diosa en Portugal (dia 19). Y también la proyección de varias películas que ayudan a conocer mejor los orígenes y evolución del género: Amalia. O'filme , de Carlos Coelho da Silva, (día 17); Fado. Historia d'una cantadeira, de P. Queiroga (día 18); Fado, de Carlos Saura (día 18) y El arte de Amalia, de Bruno de Almeida (día 19).

Por último, durante todo el fin de semana, el restaurante del Canal ofrecerá platos de la gastronomía lusa, en la que se tendrá ocasión de degustar las deliciosas variantes de bacalao, acompañados de vinos portugueses.

El Cultural.es
Liz PERALES | Publicado el 16/06/2011

 

Rosa Mota (Atletismo)

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Rosa_MotaRosa Mota (Rosa Maria Correia dos Santos Mota), nasceu no Porto em 29 de Junho de 1958, foi atleta de alta competição, cujos feitos correram mundo devido às suas prestações como maratonista, sendo considerada por muitos como uma das melhores do século XX. Conquistou a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Seul (1988).

As primeiras corridas aconteceram quando Rosa Mota ainda frequentava o liceu, em 1974 passa a representar o Futebol Clube da Foz (Porto), que representou até 1977. Em 1978 assina pelo Futebol Clube do Porto, onde fica até 1980.

A partir de 1981 passa a competir pelo Clube de Atletismo do Porto (CAP), onde se manteve até ao final da sua brilhante carreira atlética.

Em 1980 conheceu José Pedrosa que viria a ser o treinador de toda a sua carreira. A primeira maratona feminina aconteceu em Atenas na Grécia, durante o Campeonato Europeu de Atletismo em 1982 e apesar de não integrar o lote de favoritas, Rosa Mota bateu facilmente Ingrid Kristiansen e venceu aquela que seria a sua primeira conquista na maratona.

O sucesso passou a ser uma das imagens de marca de Rosa Mota que invariavelmente, termina bem classificada em todas as maratonas de prestígio. Na primeira maratona olímpica que acontece em Los Angeles (1984), conquistou a medalha de bronze. O seu recorde pessoal da distância foi obtido em 1985 na maratona de Chicago, com o tempo de 2H23M29S.

Em 1986 sagra-se campeã da Europa e em 1987 em Roma é campeã do Mundo;

Conquista o ouro olímpico em Seoul (1988), de forma brilhante quando a 2 quilómetros da meta, decide atacar deixando Lisa Martin para trás, vencendo com treze segundos de avanço.

Em 1990, voltou a Boston para vencer essa corrida pela terceira vez, batendo desta vez Uta Pippig.

Depois disso, Rosa Mota foi a Split, defender o título de Campeã Europeia da Maratona. Rosa Mota atacou desde o início, tendo como principal adversária, Valentina Yegorova, atleta que se bateria heroicamente pela vitória, mas que no final, viu Rosa Mota vencer, com cinco segundos de vantagem.  Até 2005, conquista três campeonatos mundiais de atletismo.

Apesar de todo o sucesso, Rosa Mota sofria de ciática, o que não a impediu de continuar a coleccionar triunfos, como fez em 1991, na Maratona de Londres; ainda nesse ano, disputa o Campeonato Mundial de Atletismo em Tóquio, onde foi obrigada a abandonar a corrida e finalmente retirou-se das competições quando não conseguiu terminar a Maratona de Londres no ano seguinte.

Rosa Mota disputou 21 maratonas entre 1982 e 1992, numa média de duas maratonas por ano. Ganhou 14 dessas 21 corridas.

Considerada a Embaixatriz do Desporto, recebeu o Prémio Abebe Bikila pela sua contribuição para o desenvolvimento do treino nas corridas de longa distância. Este prémio foi-lhe atribuído no final da Corrida Internacional da Amizade, patrocinada pelas Nações Unidas e entregue antes da maratona de Nova Iorque.

Rosinha, como é carinhosamente apelidada por muitos portugueses, é uma das personalidades mais populares do desporto em Portugal no século XX, juntamente com Eusébio, Carlos Lopes e Luís Figo.

Em 2004, Rosa Mota transportou a chama olímpica pelas ruas de Atenas antes das Olimpíadas de 2004.

No Brasil, Rosa Mota também tem grande popularidade já que é a maior vencedora feminina de todos os tempos da mais famosa corrida de rua do país, a Corrida de São Silvestre, disputada nas ruas de São Paulo anualmente no último dia de cada ano. Rosa venceu a prova por seis vezes.

rosamotaÉ Vencedora das maratonas de Roterdão (1983) (2H.32m.27s.), Chicago (1983) (2H.31m.12s.) e (1984) (2H.26m.01s.), Tóquio (1986) (2H.27m.15s.), Boston (1987) (2H.25m.21s.), (1988) (2H.24m.30s.) e (1990) (2H. 25m.23s.), Osaca, (1990) (2H.27m.47s.) e Londres (1991) (2h.26m.14s.). Foi Vice campeã mundial de estrada (15 Km) em 1984 e 1986.

Recordes Pessoais

800 metros: 2.10,76 (Lisboa - 1985)
1500 metros: 4.19,53 (Vigo - 1983)
5000 metros: 15.22,97 (Oslo - 1985)
10000 metros: 32.33,51 (Oslo - 1985)
Maratona: 2.23.29 (Chicago - 1985) (Recorde nacional)

Campeonatos Nacionais

1 Campeonato Nacional 800 metros (1979)
3 Campeonatos Nacionais 1500 metros (1974, 1975, 1981)
8 Campeonatos Nacionais Corta-Mato

Jogos Olímpicos

(1984 - Los Angeles) Maratona (Medalha de bronze)
(1988 - Seoul) Maratona (Medalha de ouro)

Campeonatos do Mundo

(1983 - Helsínquia) Maratona (4º Lugar)
(1987 - Roma) Maratona (Medalha de ouro)
(1991 - Tóquio) Maratona (Desistiu)

Campeonatos da Europa

(1982 - Atenas) Maratona (Medalha de ouro)
(1986 - Estugarda) Maratona (Medalha de ouro)
(1990 - Split) Maratona (Medalha de ouro)

Ordens de Mérito recebidas

Rosa Mota foi distinguida com quatro Ordens honoríficas de Portugal:

Ordem do Infante D. Henrique

Em 3 de Agosto de 1983 com o grau de Dama por Ramalho Eanes
Em 7 de Fevereiro de 1985 com o grau de Oficial por Ramalho Eanes
Em 16 de Outubro de 1987 com a Grã-Cruz por Mário Soares

Ordem do Mérito

Em 6 de Dezembro de 1988 com a Grã-Cruz por Mário Soares

 

Carlos Lopes (Atletismo)

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1984_losangeles_lopesCarlos Lopes ficou na história do atletismo português ao vencer a prova de maratona nos Jogos Olímpicos de Los Angeles (1984), sendo o primeiro português medalhado com ouro nas Olimpiadas, fazendo uma prova muito rápida, estabelecendo o record olimpico com 2h9m21s, que foi a marca olímpica que se manteve até aos Jogos Olímpicos de Pequim em 2008

Natural de Vildemoinhos, Carlos que é originário de uma família modesta, começou a trabalhar ainda adolescente em várias actividades, com o único objectivo de contribuir no apoio familiar.

Como adolescente, rezam as crónicas que Carlos Lopes ambicionava jogar futebol no Lusitano de Vildemoinhos, o clube da sua aldeia natal, o que não aconteceu por ter sido rejeitado, devido à sua frágil compleição física (era anormalmente magro).

Como conta o próprio, o atletismo surgiu por acaso na sua vida. Aconteceu numa noite entre amigos, ao voltarem de um baile, para fugirem ao vento que lhes gelava os ossos, iniciaram um correria e Lopes foi o mais rápido, batendo o grupo de rapazes da sua idade que se dedicavam ao atletismo, treinando regularmente.

Foi nesse grupo de adolescentes que nasceu a ideia de criar um núcleo de atletismo no Clube Lusitano de Vildemoinhos.

A primeira prova oficial de Carlos Lopes, foi numa corrida de São Silvestre, onde obteve o segundo lugar da geral, com dezesseis anos, batendo corredores bem mais experientes.

Pouco tempo depois, venceu o campeonato distrital de Viseu (cross), e quase de seguida foi terceiro classificado no Campeonato Nacional de Corta-mato para juniores.

Essa classificação, levou-o pela primeira vez ao Cross das Nações em Rabat/Marrocos, onde foi o melhor português, terminando em 25º lugar, tinha então dezessete anos.

Em 1967, Carlos Lopes assinou pelo Sporting Clube de Portugal, com a promessa de um emprego como serralheiro e é no Sporting que encontra o treinador da sua vida, Mário Moniz Pereira, aquele que seria o mentor de várias gerações de atletas portugueses de fundo e meio-fundo.

Em 1975, Carlos Lopes e alguns outros atletas do Sporting passam a treinar duas vezes por dia. Lopes era então dispensado do seu emprego (parte da manhã). Entrava-se na era do semi-profissionalismo.

Em 1976, Lopes ganha pela primeira vez o Campeonato do Mundo de Corta-Mato, que nesse ano se realizava em Chepstown, no País de Gales, fazendo fez uma corrida fantástica, demonstrando uma enorme auto-confiança, muita resistência, sentido táctico e uma boa ponta final.

Carlos Lopes, que já tinha estado sem glória nos Jogos de Munique em 1972, era uma das maiores esperanças portuguesas para os Jogos Olímpicos de Montreal, no Verão de 1976. Lopes teve, aliás, a honra de ser o porta-bandeira da equipa portuguesa durante a cerimónia inaugural.

Na final dos 10 000 metros, Carlos Lopes forçou o andamento desde o início. Seguindo as instruções de Moniz Pereira, o objectivo era esgotar a concorrência. Carlos Lopes chegou aos últimos 500 metros bem adiantado do pelotão. Mas não ia só. Lasse Viren, da Finlândia, tinha sido o único a conseguir acompanha-lo.

Nas últimas centenas de metros, Viren atacou forte, ultrapassou Lopes e ganhou a medalha de ouro. Carlos Lopes fez prata (2º). O finlandês era um atleta de excepção, e ganhou também o ouro nos 5 000 metros.

Era a primeira vez, desde há décadas, que Portugal conquistava uma medalha olímpica, e a primeira vez no atletismo.

Em 12 de Agosto, Carlos Lopes venceu a prova de maratona nos Jogos Olímpicos de 1984, tornando-se o primeiro português a conquistar o ouro nas Olímpiadas. A prova foi rápida, e a marca atingida (2h9m21s) foi recorde olímpico que se manteve intocável até aos Jogos Olímpicos de Pequim em 2008


Recordes Pessoais

5000 metros: 13.16,38 (Oslo - 1984)
10000 metros: 27.17,48 (Estocolmo - 1984)
Maratona: 2.07.12 (Roterdão - 1985)
3000 metros com obstáculos: 8.39,6 (Lisboa - 1973)

Palmarés

1976 venceu o Campeonato do Mundo de Corta-mato.
1976 2º Lugar nos Jogos de Montreal.
1977 2º Lugar no Campeonato do Mundo de Corta-mato.
1982 venceu os 10000 metros de Bislett Games em Oslo
1982 venceu a Corrida de São Silvestre de São Paulo, Brasil.
1983 2º Lugar no Campeonato do Mundo de Corta-mato.
1983 2º Lugar na maratona de Roterdão.
1984 venceu o Campeonato do Mundo de Corta-mato.
1984 2º Lugar no Meeting de Estocolmo, em 1º lugar ficou outro português, Fernando Mamede.
1984 venceu a maratona nos Jogos Olímpicos de Los Angeles, estabelecendo o recorde olímpico da prova
1984 venceu a tradicional Corrida de São Silvestre de São Paulo, no Brasil,
1985 venceu o Campeonato do Mundo de Corta-mato (cross-country)
1985 venceu a maratona de Roterdão e quebrou o recorde mundial da prova.

Campeonatos Nacionais

2 Campeonatos Nacionais 5000 metros (1968, 1983)
2 Campeonatos Nacionais 10000 metros (1970, 1978)
1 Campeonato Nacional 3000 metros com obstáculos (1975)

Jogos Olímpicos

(1972 - Munique) 5000 metros (Qualificações)
(1972 - Munique) 10000 metros (Qualificações)
(1976 - Montreal, Canadá) 10000 metros (medalha de prata)
(1984 - Los Angeles) Maratona (Medalha de ouro)

Campeonatos do Mundo

(1983 - Helsínquia) 10000 metros (6º Lugar)

Campeonatos da Europa

(1971 - Helsínquia) 10000 metros (33º Lugar)
(1971 - Helsínquia) 3000 metros com obstáculos (Qualificações)
(1974 - Roma) 10000 metros (Desistiu)
(1982 - Atenas) 10000 metros (4º Lugar)

Campeonatos do Mundo de Corta-mato

(1976 - Chepstow, País de Gales) (Medalha de ouro)
(1977 - Dusseldorf) (Medalha de prata)
(1983 - Gateshead, Inglaterra) (Medalha de prata)
(1984 - East Rutherford, Estados Unidos) (Medalha de ouro)
(1985 - Lisboa) (Medalha de ouro)

 

Cristiano Ronaldo (Futebol)

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fifa_world_playerCristiano Ronaldo dos Santos Aveiro, nascido em Santo António, no Funchal, ilha da Madeira a 5 de Fevereiro de 1985, é um futebolista planetário, que joga habitualmente como médio-ala ou extremo.

Protagonista da transferência mais cara de sempre, valor pago pelo Real Madrid/Espanha, que passou a representar, sendo considerado um dos futebolistas mais bem pagos no mundo, com um salário anual estimado em 12 milhões de euros.

Cristiano Ronaldo iniciou a sua carreira nas categorias de base do Andorinha, um pequeno clube madeirense. Em 1995 integrou as fileiras do Nacional da Madeira, onde o sucesso com a equipa lhe proporcionou a passagem para o Sporting Clube de Portugalm duas temporadas depois.

O talento precoce de Cristiano Ronaldo chamou passado algum tempo à atenção de Sir Alex Ferguson, técnico e manager desportivo do Manchester United, decorria o ano de 2003, quando tinha apenas dezoito anos de idade.

Cristiano Ronaldo assinou um contrato com o clube inglês, que pagou cerca de 12,24 milhões de libras esterlinas (ou apenas 17,5 milhões de euros) ao Sporting.

Na temporada seguinte, Cristiano Ronaldo conquistou o seu primeiro título ao serviço do Manchester United, a Taça de Inglaterra, e chegou à final do Campeonato Europeu de Futebol de 2004 com a Selecção Portuguesa.

Em 2008, foi o ano da conquista da sua primeira Liga dos Campeões com o Manchester United.

Nesse ano foi nomeado o melhor jogador do mundo pela FIFPro e o melhor jogador do mundo pela FIFA, para além de ter feito história ao ser o primeiro jogador do Manchester United a ganhar a Ballon d'Or (France Footbal) em quarenta anos, depois de George Best.

Em 2009 foi também o primeiro jogador de futebol a ganhar o recente Prémio FIFA Ferenc Puskás, atribuído ao melhor golo do ano.

Johan Cruijff, três vezes ganhador da Ballon d'Or, disse em uma entrevista, "Ronaldo é melhor do que George Best e Denis Law, que foram dois grandes e brilhantes jogadores na história do United."

Fonte: Wikipédia

TÍTULOS E PRÉMIOS

Real Madrid (Espanha)

Copa del Rey: 2010-11

Sporting Clube de Portugal (Portugal)

Campeonato Português de Futebol: 2001-02
Taça de Portugal: 2001-02
Supertaça de Portugal: 2001-02

Manchester United (Inglaterra)

Premier League: 2006-07, 2007-08 e 2008-09
FA Cup: 2004
Carling Cup: 2006 e 2009
FA Community Shield: 2007 e 2008
UEFA Champions League: 2007-2008
Copa do Mundo de Clubes da FIFA: 2008

Prémios individuais

Melhor jogador do mundo pela FIFA: 2008 - FIFA
Prémio FIFA Ferenc Puskás: 2009 - FIFA
Ballon d'Or: 2008
Onze d'Or: 2008
Melhor jogador do mundo pela FIFPro: 2008 - FIFPro
Melhor jogador jovem do mundo pela FIFPro: 2004, 2005
FIFPro World XI: 2006-07, 2007-08, 2008-09, 2009-10
Melhor jogador do mundo pela revista World Soccer: 2008
Bota de Ouro da UEFA: 2007-08, 2010-11
Avançado do ano da UEFA: 2007-08
Jogador do ano da UEFA: 2007-08
Equipa do ano da UEFA: 2003-04, 2006-07, 2007-08, 2008-09
Futebolista Português do Ano: 2005, 2006, 2007, 2008, 2009
Equipa do Euro: 2004
Bola de Prata do Mundial de Clubes da FIFA: 2008
Trofeo Bravo: 2004
Futebolista do Ano pela PFA: 2006-07, 2007-08
Futebolista Jovem do Ano pela PFA: 2006-07
Equipe do Ano pela PFA: 2005-06, 2006-07, 2007-08, 2008-09
Futebolista do Ano pela FWA: 2006-07, 2007-08
Sir Matt Busby Player of the Year - Jogador do Ano no Manchester United: 2003-04, 2006-07, 2007-08
Jogador do Mês na Premier League: Novembro de 2006, Dezembro de 2006, Janeiro de 2008,
Março de 2008

Barclays Player of the Season: 2006-07, 2007-08
Barclays Merit Award: 2007-08
Pichichi (Melhor Marcador): 2010-11

Melhor marcador

Premier League 2007-08: 31 golos - 34 jogos
UEFA Champions League 2007-08: 8 golos - 11 jogos
La Liga Espanhola 2010-11:  40 golos - 36 jogos

 

Fernando Gomes (Futebol)

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Fernando_Gomes_-_Bi_Bota_de_Ouro_-_FC_PortoFERNANDO Mendes Soares GOMES nasceu no Porto em 22 de Novembro de 1956, notabilizou como um dos melhores pontas de lança de sempre no futebol português ao serviço do Futebol Clube do Porto, tendo ainda representado o Sporting de Gijon e o Sporting Club de Portugal.

No Futebol Clube do Porto foi campeão nacional por cinco vezes, tendo ganho ainda uma Taça dos Campeões Europeus, uma Supertaça Europeia, uma Taça Intercontinental e três Taças de Portugal.

Participou pela primeira vez na Seleção Portuguesa de Futebol em 9 de Março de 1975 e pela última vez em 16 de Novembro de 1988, tendo jogado um total de 48 jogos e marcado 13 golos.

Participou no Campeonato da Europa de 1984 e no Campeonato do Mundo de 1986. Marcou 318 golos no campeonato português, 288 com a camisola do F.C.Porto, sendo o maior goleador de sempre e uma das mais populares figuras dos Dragões. Ganhou seis vezes o troféu de melhor marcador nacional, ao serviço do clube da Cidade Invicta.

Foi o melhor marcador europeu nas temporadas 1982/1983 e 1984/1985, sendo conhecido como o Bi-Bota de Ouro. É sua a famosa frase: «Marcar um golo é como ter um orgasmo».

 
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